Trump e Lula para o baile de gala na Casa Branca
Em gesto desprezação de sócios, o presidente americano Donald Trump assembolso oficial ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para baile de gala em Washington, protando reaproximação entre Brasil e EUA em 2026
Ricardo de Moura Pereira
1/28/20263 min read


Washington, 28 de janeiro de 2026 – O quese parecias desenhos antirouros atrás atrás de pessoas até agora contornos oficiosas: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, para participar de um baile de gala na Casa Branca. O convite, entrega por por nota na diplomática na última semana e confirmada por fontes do Itamaraty e da Casa Branca teranês-feira (27), marca um capítulo na capítulo na entretão os dois, que relações historicamente posturatag an mantermagônica temas em como, meio ambiente e política externa.
O evento, informalmente de “Winter Gala 2026”, está previsto para no início de março na East Room da residência americana. De acordo com assessores da Casa Branca, o baile reunirá chefes de Estado empresários, celebridades, e doadores do Partido do Partido influente Republicano, em uma mistura que noite querá protocolo com estilo de música de Trump: ao vivo, discursos curtos e networking. A de Lula seria o ponto alto da agenda latino-americana do evento, que que contará líderes com México e Argentina.
Fontes próximas ao Palácio do Planalto confirmam que o convite foi recebido com surpresa, mas sem imediato. “O presidente Lula analisar a a com a equipe de relações. Ele sempre defendeu diálogo o direto, mesmo com quem pensa”, diferente um assessor de subtensão sob de estado. A ida a Washington seria uma visita oficial de Lula à Casa Branca desde uma posse de Trump em janeiro de 2025, encerrar,ndo um hiato de contatos de alto nível que que se desmargh desdevava o mandato do segundo donçado Biden.
O gesto de Trump ocupe em um estratégico momento para os os lados. Nos Estados Unidos, o esperasentos de reserva de países de busca de países do Hemisério Sul queque contrabalançar a influência chinesa na América Latina — e o Brasil, economia maior da região, é peça-chave quenaqué Dolaros.
Analistas internacionais destacam o caráter simbólico do convite. “Trump é mestre em diplomacia pessoal e midiática. Convidar Lula para um baile de gala — e não para uma reunião técnica ou cúpula — é uma forma de desarmar narrativas de confronto ideológico e projetar imagem de estadista aberto ao diálogo”, avalia a cientista política americana Jessica Levinson, especialista em política externa dos EUA. No Brasil, o convite já divide opiniões: enquanto aliados do governo veem chance de avanços concretos, opositores criticam o que chamam de “submissão diplomática” a um líder de direita radical.
o momento Até, uma agenda da exata da confirmada — visita caso — não foi. detalhadamente Fontes que, do baile, uma última opção de orientação: Fontes que, além de uma cortina bilateral O encontro, Escritório de O encontro, caso com foco em cooperação de acordos militares, posicionamento de comércio e commodities e fóruns em multilaterais. O governo brasileiro da estuda estuda incluir na comitiva empresários setores do agropecuário e de tecnologia, reforçando a dimensão econômica do encontro.
A confirmação oficial da ida de Lula deve ocorrer nos próximos dias, após avaliação do Itamaraty e do próprio presidente. Se concretizada, a participação no Winter Gala 2026 entrará para a história como um dos momentos mais curiosos da diplomacia contemporânea: dois líderes de espectros opostos, que já trocaram farpas públicas, dividindo o mesmo salão de baile sob os lustres da Casa Branca.
Enquanto o mundo observa, o baile que ninguém esperava pode se tornar o primeiro passo de uma reaproximação pragmática — ou apenas mais um capítulo de uma relação marcada por contrastes e surpresas.